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10 Livros que me influenciaram

Imagens retiradas do Google.

Então, eu vi um vídeo da Mariana Everyday no YT sobre livros que influenciaram ela + livros que causaram algum tipo de histeria. É um tipo de TAG que ela adaptou e que eu estou readaptando de forma escrita. Decidi que não vou falar dos que me causaram histeria, mas só dos que me influenciaram, embora as duas coisas acabem se misturando em alguns momentos.


1. Não é querer copiar, mas é óbvio... Harry Potter.
Eu vi o filme primeiro, quando estreou, no auge dos meus dez anos. E juro que fiquei tão encantada que a primeira coisa que eu fiz (e pela primeira vez na minha vida), foi chegar em casa, pegar uma caneta e um caderno e começar a escrever uma estória minha em Hogwarts. Depois eu ganhei os livros e aí me perdi. Harry Potter mudou minha vida de diversas formas que acho que seria uma pessoa totalmente diferente se não tivesse me tornado uma Potterhead. Eu comecei a escrever por conta de Harry Potter, meus primeiros surtos fangirl também surgiram aí. Eu comecei a jogar RPG, e ainda jogo, por conta disso. Conheci pessoas maravilhosas, me viciei na internet. Aprendi até a mexer no Photoshop por conta disso, e acho que também nos blogs. Gente, quem lembra do Expresso Hogwarts e do Accio Cérebro? Saudades dos tempos de Blogfics.

2. O Diário da Princesa.
Eu já fiz um post na série Writing Prompt onde declarei que minha edição do Diário da Princesa é o objeto material mais valioso que eu tenho. Foi a primeira vez que tive acesso a um livro à la chick-lit na minha vida, dado pelo meu pai. E eu era só um pouco mais nova que a personagem principal, a Mia Thermopolis. Eu tinha treze anos quando ganhei, e ela catorze. E todo aquele “mundo de menina” que ela ia descobrindo, eu descobria junto com ela. Foi tão marcante, que por muito tempo minha escrita foi semelhante à da Meg Cabot, autora da série. Eu adorava escrever fanfics em forma de diário e escrever diários também. Além disso, meu primeiro amor literário surgiu aí: Michael Moscovitz. E depois de pelo menos duas centenas de livros lidos desde então, ele ainda continua no topo da lista.

3. Drácula.
Eu já tinha visto vários filmes sobre o Drácula e coisas de vampiros, então não era novidade. Mas, na verdade, foi. Decidi comprar o livro logo que a Martin Claret surgiu com aquela edição de ouro, afinal, eu tinha que ir até a fonte de toda a inspiração vampiresca que eu assistia na televisão (Buffy e Angel <3). O livro me pareceu simples e entediante logo que comecei a ler. Parte pelo meu preconceito com os clássicos (eles podem ser ricos, finos e ótimos, mas não tem quem me convença de que não são chatos de se ler) e parte porque eu era novinha mesmo para entender algumas coisas. Mas quando engatei na leitura, senhor, eu parava altas horas da noite e guardava o livro dentro do meu armário porque tinha medo de ficar encarado a capa com o Drácula. Foi um misto de medo e sedução que me fez ler e apaixonar não só pelo livro, mas pela literatura gótica. E isso resume bem do que se trata o romance: medo e sedução. Me influenciou no modo da escrita e na visão sobre os livros, acho que Drácula me amadureceu.

4. O Diário de Anne Frank.
Naquela época eu já sabia sobre a segunda guerra mundial, evidentemente. Sabia sobre os judeus, sobre o holocausto, mas tudo em função do que eu via na escola. Algo plastificado e direcionado para um dia prestar o vestibular. Quando eu comecei a ler o diário de Anne Frank, eu não tinha muitas expectativas, acho que foi meu primeiro contato com livros “reais”, “biográficos” por assim dizer. Mas eu fiquei destruída. Destruída de tal forma que não consigo nem tocar num livro de drama, mesmo que seja fictício. Eu me envolvi no livro, nos sonhos dela, nas esperanças, no medo constante, na tentativa de viver uma vida normal e quando chegou ao fim, nas páginas inexistentes... Eu desmoronei. Me marcou de tal forma que eu tenho uma hipersensibilidade com coisas relacionadas à guerra, ao sofrimento humano. 

5. O Garoto da Casa ao Lado.
O meu primeiro Young Adult (nem sei se é nessa categoria que ele se enquadra, mas que seja). O que é esse livro na forma de e-mails? Gente, até hoje acho que a Meg Cabot fez uma revolução da forma de escrever livros, me julguem. Logo no início eu fiquei meio frustrada porque queria saber absolutamente tudo o que acontecia, sentia falta da clássica sequência linear e temporal dos livros, pois tudo ficava muito cortado e sob diversos pontos de vista nesse livro. Mas eu me apaixonei. Foi um livro que me deu vontade de ir morar “na cidade grande” sozinha e trabalhar.

6. A Garota Americana.
Embora hoje eu enxergue ele com um pouco de vergonha, afinal, ele é um livro que ressalta muito o sentimento americanista e coisa e tal, seria desleal que ele não estivesse nessa lista. O que seria de mim sem conhecer No Doubt? Sobreviveria, claro. Mas não é por isso que ele entra na lista. É por causa da coisa de ser embaixadora da Sam. Por mais fútil que seja dizer isso, a ideia de ser embaixadora um dia me surgiu daí, e se tornou algo tão sólido, que faz só um ano que desisti, de fato, de seguir a carreira diplomática. Claro que na época era algo que eu achava deslumbrante, um máximo, e que fui amadurecendo com o tempo. Mas então, foi um livro muito influente.

7. Trilogia Jogos Vorazes.
Me despertou o olhar para o gênero distópico, me trouxe de volta depois de um período terrível de hiato literário. Faziam quase dois anos que eu só andava tendo tempo para ler meus livros acadêmicos, e nem de longe eles eram interessantes, além de terem prejudicado minha escrita criativa, parecia que eu só conseguia escrever de forma robótica. Suzannah Collins me trouxe de volta à vida com o primeiro livro, que eu demorei para ler, mas quando li, me encantei. O que era aquilo? Um livro político! Para mim foi um prato cheio, descobri que era possível discutir política sem ser tão chata, sem estar rodeada de acadêmicos e comentadores chatos do meu curso (Ciência Sociais/Política). Me resgatou de volta para o maravilhoso mundo da Literatura (e das distopias)!

8. O Diário de Bridget Jones
Foi, de fato, o primeiro livro adulto que eu li. Na época, as pessoas se escandalizavam só de me ver lendo, tudo por conta de uma camisinha bem na capa do livro. Como eu era muito adolescente, tinha muita coisa que eu não entendia, principalmente a coisa do sexo casual e da necessidade (na época eu achava obsessão) da Bridget em relação ao assunto. É, eu era bem patetinha nessas coisas, admito. Não é que outros livros que eu tivesse lido não fizessem referência à isso, mas nesse em particular, as coisas eram meio cruas. Ao mesmo tempo, a Bridget me fascinava. Ela era uma mulher adulta. Ela era problemática, mas era independente (ainda que não tanto emocionalmente), tinha uma vida longe da família, na cidade grande, bem aquelas coisas que já haviam me deixado encantada quando li O Garoto da Casa ao Lado. Me marcou porque, de alguma forma, foi um parâmetro para como eu passei a imaginar minha vida adulta. Claro que hoje em dia, nem de longe minha “vida adulta” é assim, mas segue a nostalgia e o carinho pela obra.

9. A Droga da Obediência.
Sabe aqueles livros que você descobre na biblioteca da sua escola? Esse foi um desses, o mais marcante de todos. Eu viajei com os Karas e toda aquela trama em torno da droga. Estava no ensino fundamental e por ser um livro brasileiro, a identificação foi ainda maior. A descrição da escola, os personagens, tudo parecia algo que podia muito bem acontecer na minha própria escola. Me influenciou porque me fez gostar de literatura brasileira, àquela época, o que eu entendia por literatura brasileira eram livros antigos, de linguagem chata e que todo mundo que dizia ler se achava o máximo (digamos que esse preconceito não mudou muito em relação a literatura clássica).

10. A Porta dos Sonhos.
Se eu disser que eu lembro pouca coisa desse livro, vocês acreditam? Pois é, eu tenho a vaga ideia da estória, mas os detalhes, os nomes dos personagens... Tudo isso eu não me recordo mais. Acho que foi o primeiro livro que eu li, de verdade, sabe? Ou pelo menos, é o primeiro que eu me recordo. Mas se tem uma coisa viva desse livro em mim, foi a emoção, a empolgação, a total viagem literária que eu tive quando li as páginas dele. Não era longo e tinha algumas gravuras, mas era tão fantástico que... Nossa, certamente foi decisivo para que eu achasse que ler era uma coisa muito divertida de se fazer.


Então é isso gente! Ficou longo, eu sei, mas é só pra vocês verem como esses livros realmente me influenciaram, que eu até falei demais sobre minhas lembranças, impressões e emoções. Confesso que fiquei até um pouco nostálgica com esse post. Saudades da adolescência. Além disso, confirmei minha hipótese de que sou mesmo filha do POP e da literaturas de mainstream/bestseller, fazer o quê. E vocês, já pararam para pensar que livros foram mais influentes?

TAG: #RetrospectivaLiterária + Novidades!


Bom, acho super divertido responder tags, então sempre que encontro um que gosto, vou lá e respondo e deixo aberto pra quem quiser responder também, porque sou totalmente avessa a esse negócio de "panelinha" de indicação, enfim. Vaaamos lá!

1. - Você atingiu sua meta de leitura de 2013?

Nem de longe! Esse ano de 2013 foi uma tristeza literária! A universidade me consumiu tanto que achei até que tinha perdido a capacidade de ler qualquer coisa que não fossem livros acadêmicos.

2- Qual foi a quantidade de livros que você leu em 2013?

Doze livros apenas, que eu lembre. (Alice no País das Maravilhas, O Pequeno Príncipe, Legend, A seleção, A elite, Bloodlines, Amazônia: Um caminho para um sonho, O Milagre, O Guia do Mochileiro das Galáxias, Um diário (nada) secreto 1, Um diário (nada) secreto 2, Um diário (nada) secreto 3.)

3- Dentre esses, quais foram os melhores? Cite de 5 a 10. 

Amazônia: Um caminho para um sonho, Bloodlines, O Guia do Mochileiro das Galáxias, Legend e Alice no País das Maravilhas.

4 - E quais foram os piores? Cite até 5.

Nenhum, eu sempre gosto dos livros, tenho essa mania terrível.

5- Cite 1 personagem que você conheceu em 2013 e que se tornou seu favorito.

Day, um dos principais de Legend. Inteligentíssimo, fiel e um amor.

6- Cite 1 autor que você conheceu em 2013 e que se tornou seu favorito.

A Marli, ou MC Jachnkee, autora de Amazônia <3 to ansiosa pra continuação, inclusive!

7- Qual a sua meta de leitura para 2014?

Mesmo na certeza de que 2014 vai ser um ano maluco com TCC, novo curso, provas de mestrado e etc, eu to na expectativa de conseguir ler uns 30 livros que não sejam acadêmicos esse ano.




Agora, um espacinho no post pra falar sobre novidades de 2014! Eu dei uma sumida do blog e do mundo da blogosfera como um todo. Porquê? Final de semestre. Esse foi particularmente um dos piores semestres que eu tive, super estressante e de pouco aprendizado, mas enfim. A verdade é que eu voltei com muita vontade de continuar o blog e levar ele um pouco mais a sério, menos diário e mais um lugar onde posso compartilhar coisas que eu gosto.
Então pensando nisso eu dei uma reformulada pra deixar as coisas mais organizadas né? O blog vai ter cinco linhas de atuação fixas.

1. Achei na net! (quinzenal)
2. Resenhando (semanal)
3. Dicas (semanal)
4. Polêmica?! (quinzenal)
5. Writings Prompts (semanal)

E mais outros mensais, tais como: Top#5 Posts favoritos, Tags etc.

Juro que vou tentar postar três vezes por semana, religiosamente. 
É isso, essas são as novidades e programação do blog!
Tem sugestões de coisas pra eu postar/fazer? Só comentar! ;)

TOP #5 - Princesas da Disney


E aí gente? Hoje eu vim com um post mais inspirador. É uma tag que eu vi no youtube, mas decidi, claro, responder no blog. Quais são suas 5 princesas da Disney favoritas? Começo logo falando que eu não fechei nas personagens princesas de fato, mas nas “mulheres” dos desenhos da Disney.

5. Megara – É, a do Hércules. Eu gosto do jeito dela irônico, meio não tô nem aí. Além do que, ela tem uma personalidade forte. Confesso, que preciso rever o desenho.




4. Bela – De “A Bela e a Fera”. É uma garota fora do seu tempo. Que gosta de ler, que não se preocupa tanto assim com aparência, ou boas roupas ou ainda, um bom casamento. Dado o contexto da história, ela é quase uma feminista, né gente?



3. Mérida - De "Valente". Que cabelo LINDO é aquele? E ela luta pela própria mão, é quase uma Katniss no arco-e-flecha, além de conseguir fazer com que enxergassem a insustentabilidade de uma tradição arcaica e machista. Claaaaro, que ela tinha que estar aqui, né?



2. Tiana – Do mais novo desenho da Disney: “A princesa e o sapo”. Finalmente uma princesa que vem claramente no estilo “you gotta work b*tch”, como diria a sábia Britney Spears. Ela tem sonhos, a vida não é fácil, e príncipe encantado é uma coisa que não faz parte da sua meta. Devia ser espelho para muitas garotas por aí.



1. Mulan – LINDA! JÁ GANHOU! JÁ GANHOU! JÁ GANHOU. Ok, menos. Eu sou apaixonada pela Mulan, quantas vezes passar o filme eu assisto, e se tiver de bobeira, assisto também! Garota que para proteger o pai se enfia no exército em período de guerra, quando isso era totalmente proibido as mulheres, sendo crime gravíssimo. E ainda salva todo mundo, super divando com um leque? COMO NÃO SER A PRINCESA FAVORITA? E ainda tem o Mushu de brinde.



Quais são as suas princesas favoritas?


Fonte das imagens: Pinterest e Google.

25 writing prompts - instrução #1 - Qual a sua memória mais recente?



Estava eu procurando imagens para poder usar na comunidade de registro da minha mais nova personagem de RPG, a Norah (que vai ser uma escritora de microcontos), quando me deparei com essa imagem e fui fuçar no site da dona:  http://carrieellie.com Trata-se de um post com 25 instruções de escrita para escritores entediados. São pequenas sugestões para estimular a leitura e, quem sabe, quebrar com o bloqueio de criatividade que acomete muita gente. Decidi seguir a risca, fazendo 25 posts, um com cada instrução dada. Não sei quando vou terminar, mas espero que ainda esse ano.
E mais, lanço o desafio a vocês blogueiras que gostam de escrever! Vamos fazer os 25 writing prompts?


25 instruções de escrita ao escritor entediado

Instrução nº 1 - Qual a sua memória mais recente?


Aquele domingo amanheceu sonolento, mas não havia tempo a perder. Logo todos foram acordados e as tarefas distribuídas, era um dia especial aos católicos, e aos paraenses como um todo. Era o "Natal" que chegava cedo a quem vivia naquele estado da região Norte. O chamado Círio de Nazaré. 
O Círio tratava-se de uma festividade de mais de duzentos anos, a maior festividade católica do Brasil e do mundo. Coisa estranha de se pensar... Mas, fácil de compreender ao fazer uma visita em Belém durante o evento. A dinâmica dos moradores mudava de tal forma, que era difícil não se deixar levar pelo ar de alegria e caridade do momento. Não importava muito sua religião, na época do Círio parecia ser errado não celebrar o típico almoço em família do domingo.
Eu mesma não sou católica, mas boa parte da minha família materna é. E daquela vez, a reunião seria na minha casa. Depois de tudo o que aconteceu, era sempre uma alegria ver a casa cheia de gente, ver o amor reinando por entre os familiares. As crianças correndo e deixando os pais descabelados, a desorganização da cozinha e a risada que se espalhava de estórias da carochinha.
Foi um dia cansativo, em certo ponto estressante, mas foi feliz. E acho que todos voltaram as suas casas um pouco mais amorosos e repletos de fé e harmonia. Além dos estômagos bem cheios.


Rumo à 2ª instrução qualquer dia desses!

Personagens preferidos de livros



Todo mundo sempre tem um personagem preferido quando lê algum livro. Ou vários, como acaba sendo o meu caso. Resolvi fazer essa lista com os meus cinco personagens preferidos, e olha, não foi fácil viu! Em ordem decrescente para dar mais emoção:

5. Hermione Granger (Harry Potter) ▬ Dizem as más línguas que eu pareço com ela. (Não fisicamente por que a Emma Watson É a EMMA, né?) Eu pareço com a Hermione tanto na chatice de falar nas aulas quanto na de querer seguir regrinhas e viver lendo coisas. Concordo em partes, não sou tão chata e certinha assim né. Enfim, convenhamos que a Hermione é quem salva todo mundo praticamente em todos os livros (e em vários momentos). Como dizia meu paizinho querido: "Esse filme/livro devia se chamar Hermione Granger e não Harry Potter". Por isso, pela inteligência e implicância com o Rony que ela é uma das minha favoritas!

4. Katniss Everdeen (Jogos Vorazes) ▬ Como não gostar dela? Pode até ser uma chata, e também faz o pobre Peeta sofrer. Mas que fibra! Gente, a Katniss deveria ser a favorita de todas as garotas/mulheres que gostam de livros infanto-juvenis, sério mesmo. Badass, independente, forte e carismática. Gosto assim, e nós mulheres precisamos nos ver assim. Não como criaturas destinadas a serem dependentes, ao segundo lugar. A submissão, viram?

3. Severus Snape (Harry Potter)  ▬ Pensaram que era uma lista só de mulheres é? Claro que não. O "Sexy Snape" faz parte da minha infância/aborrecência e até hoje. Eu já gostava nos livros, aquele jeito sombrio, mas muito sábio do personagem e nos filmes se eternizou com o magnífico do Alan Rickman. Enfim, eu sempre fui parte do "Team Snape", sempre acreditei nele, que ele tinha algo de bom, que ele tinha mais do que aquele ódio irracional pelo "Potter" ou pela Grifinória.

2. Michael Moscovitz (O diário da princesa)  ▬ O que falar do Michael? Mais do que eu já falei na Tag: Marido Literário é difícil. Ele é um lindo. Ele sabe como fazer a Mia sair das neuras dela, ele é companheiro, ele é tímido, ele é sexy... Continuando, ele é muito inteligente, companheiro, dedicado. Gente, ele é o homem perfeito. Precisa mais?

1. Lizzie Bennett (Orgulho e Preconceito)  ▬ Não sei quando sou eu, quando é ela. Me identifiquei muito com a Lizzie quando li o livro. Ela é uma personagem forte, atípica para a sua época. Jane Austen foi uma gênia, merece muito respeito por escrever uma personagem com um nível de conhecimento, independência e fibra como a Lizzie em um século que o reservado as mulheres era um bom bordado, uma linguagem delicada e o casamento. Nada de falar de política, pode isso? Não, não pode né, gente.


Enfim, essa foi a minha lista de personagens preferidos! Tem muitos outros, claaaaro. Por isso disso que foi difícil.

TOP #5 - Posts da Semana!




Hello my fellows!
Então, como prometido, todo domingo estou aqui com os posts que eu li durante essa semana e mais gostei! Espero que vocês gostem! Andei percebendo e a maioria dos posts que me chamam atenção são DIY, de coisas legais para ver como vídeos e imagens interessantes e de projetos de blogs alheios que começo a acompanhar!



Título do blog: Fora de Tendência
Dona: Bruna
Por quê eu gostei? Amo dicas! Principalmente de pele, e por quê eu achei o post da Bruna legal? Por que ele não tá falando de produto x, produto y, ou o produto z que faz milagres, mas de coisas que não custam quase nada (a não ser tempo e paciência) que você pode fazer pra ter uma pele saudável!



Título do blog: Quando dezoito
Dona: Hannah
Por quê eu gostei? Se tem uma coisa que faz meus comentários ficarem enormes, são posts de discussão, tipo esse da Hannah que fala sobre essa vida "enlatada" que a gente parece estar levando, onde tudo é igual e ser diferente anda difícil com as tendências se tornando quase facções. Vale à pena dar uma lida, refletida e discutida.



Título do blog: Gaveta de futilidades
Dona: Camila
Por quê eu gostei? A camila dá razões pra você curtir e se cadastrar no bloglovin', eu me cadastrei essa semana, acho uma mão na roda, mas ainda não sabia de algumas propriedades dele que ela menciona no post! Love bloglovin' gente!



Título do blog: Olhar de uma Nerd
Dona: Joyce
Por quê eu gostei? Não pode faltar um DIY no meu top #5 posts né? O dessa semana é a dica da Joyce de customizar seus cadernos, já fiz isso uma vez, acho super divertido e fica tão legal... O ruim mesmo é lidar com o antipático do papel contact no final!



Título do blog: Ah se o chuveiro lavasse a alma
Dona: Kláudia
Por quê eu gostei? As meninas estão estreando uma coluna nova do blog de discussão chamado "Papo de Calcinha", achei a iniciativa super legal, e to divulgando também pra que outras pessoas possam conhecer e participar. O primeiro papo de calcinha vai ser postado dia primeiro!



Bom, that's all folks!
Até o TOP #5 da semana que vem!

TOP #5 - Posts da semana!

Hello my fellows!

Hoje, depois de comentar vários blogs e ver vários posts, eu cheguei a conclusão que mais do que blogueira, sou uma verdadeira leitora de blogs. Por isso, se tem uma bandeira que eu faço questão de erguer é a dos comentários com qualidade. Todas nós queremos comentários, não é? Mas tem coisa mais chatinha que aquele comentário do "me segue", ou aquele que é ÓBVIO que a pessoa não fez nem questão de ler o post que você teve o maior trabalho pra fazer?

Eu sou do tipo que gosto de dar exemplo. Só comento quando tenho algo a falar, e sempre procuro incitar discussões, ou deixar claro minha opinião sobre o assunto do post. Penso que, se toda a blogueira for como eu sou, ela com certeza vai ficar muito feliz!

Mas o post de hoje não é nenhum sermão sobre a blogosfera e sim uma ideia que surgiu e que vai ser uma categoria fixa do blog, o TOP #5 posts da semana. Como eu leio muitos blogs, tem sempre aqueles posts que mesmo depois de ler e comentar eu fico matutando, ou aqueles que eu salvo pra ler depois porque é de "utilidade pública".

O que eu quero deixar claro é que isso não é nenhum concurso. Os posts são escolhas arbitrárias minhas, e não são, como vocês vão ver nessa primeira edição necessariamente posts dessa semana, e sim posts que eu vi, por acaso, nesse período e me interessou, independentemente de quando foi publicado.

Espero que gostem! E que seja um exemplo que se expanda pra que nós possamos demonstrar que mais do que querer seguidores ou milhões de comentários, nós damos suporte uns aos outros na blogosfera!


A letra da imagem ficou horrível, sorry. Vamos aos posts que eu não só gostei como super recomendo dessa semana!


Título do blog: Pepper Lipstick
Por que eu gostei? Achei que a Bia foi muito aberta sobre as dicas que ela considera essencial para ter um blog de sucesso, principalmente nas críticas em relação aos comentários, que eu totalmente endosso! Blog de sucesso não é questão de números, é questão, principalmente, de qualidade! 



Título do blog: Fiz de canetinha
Por que eu gostei? É daqueles tipos de posts que não só fazem você pensar sobre a vida, mas que também te dá exemplos de que é possível mudar. A Karla colocou um link de uma websérie com histórias de pessoas que largaram aquela estreita e reta por coisas que realmente queriam!



Título do Blog: Ler, Dormir, Comer.
Por que eu gostei? Me mudei recentemente e minha casa está literalmente uma bagunça, meu quarto é uma coisa que não existe, e todo dia eu procuro modelos de quartos para tomar como base quando for começar a mexer no meu "cafofo"... Amei essa dica do post da Inara!



Título do blog: Meninas Quase Invisíveis
Dona: Alexia Oliveira
Por que eu gostei? Ah gente... Acho que toda blogueira/blogueiro tem no fundo aquela vontade de escrever um livro. Nesse post, a Alexia dá dicas de como conseguir botar essa ideia em prática, então que anda perdido, sem saber como começar, eis uma boa leitura, que alias, é o primeiro conselho dela: LER!



Título do blog: Hey, é a Laysa
Por que eu gostei? Primeiro que achei a ideia dos super herois gordinhos uma boa, segundo que eu achei de ótima qualidade os desenhos, feitos no Photoshop. Fico só imaginando o trabalho que esse cara deve ter tido para fazer cada uma das imagens! Eu mal consigo fazer uma colagem direito... 



Bom gente, esses foram os TOP #5 dessa semana! Domingo que vem tem mais! E lembrem-se, não é apenas comentar é comentar com qualidade!


That's all folks!

10 coisas que você precisa saber sobre mulheres

Espero que isso seja útil a algumas pessoas.

10 – A TPM não é um folclore partilhado pela civilização mundial. Ela existe e desdenhar disso pode causar a morte prematura.

9 – Não somos consumistas por que queremos. Ao menos, não conscientemente falando. A verdade é que existe toda uma rede de marketing muito boa por aí, e acima de tudo, existe a exigência da sociedade com seus padrões. Reclamar e acusar de consumismo é fácil, mas todo mundo quer ver todo mundo bem vestido e cheiroso.

8 – “sexo frágil”. Detestamos essa designação. Se nós vivemos em uma sociedade inserida em um Estado de direito, onde o único que tem a legitimidade de usar a violência é o próprio Estado, a força física não deveria ser uma categoria de diferenciação entre gênero. Não é pela base da força  bruta que fazemos as coisas, ao menos nos termos da lei certo?

7 – “Mulheres no trânsito são um problema”... Claro que não! De fato, o que mais tem por aí são dados estatísticos e estudos comprovando que a mulher é a que mais pratica a direção defensiva no trânsito, coisa que é obrigatória a todo mundo que possui habilitação. Logo, aristotelicamente raciocinando. Se a mulher não é a maior causa dos acidentes no trânsito, e só temos (reconhecidamente) dois gêneros, quem é o maior causador?

6 – Usar roupas decotadas, saias curtas ou calças justas não necessariamente quer dizer que queremos ficar aturando olhares nada discretos de homens. Nem sempre uma mulher se veste para agradar o público masculino, e sim para se agradar, já pensaram nisso?

5 – Ainda sobre o tema acima: Só por que uma mulher usar roupas que valorizem o seu corpo, isso não dá o direito de ninguém de qualificá-la como “fácil”, “piriguete” e outros termos ofensivos. O corpo é dela, ela veste o que bem quiser, e mesmo que tivesse os comportamentos que a colocariam nessas categorias, qual o problema? A independência sexual está aí há tempos.

4 – “Mal-amada”, “Isso é falta de sexo”. Vocês não têm ideia do quanto isso irrita uma mulher. Como se todos os problemas da vida fossem resolvidos com relacionamentos amorosos e transas. Muitas vezes o estresse diário, os problemas pessoais acabam causando comportamentos bruscos, e simplesmente dizer que a solução ou a causa disso é sexo ou a falta de alguém é ofensivo.

3 – Nem toda mulher está à espera do príncipe encantado ou quer viver um conto de fadas. Ou seja, essa coisa de romantismo ingênuo não é algo que atinge todo público feminino, na verdade, atinge uma parcela que hoje se reduziu significativamente. Não estou dizendo aqui que as mulheres não são românticas ou não querem relacionamentos duradouros, mas esse romance, e essa ânsia não são mais submissos. Queremos relacionamentos igualitários naquilo que eles podem ser.

2 – Não estamos tentando roubar o espaço dos homens ou então dominar o mundo e instaurar uma ditadura feminista. Só queremos uma coisa: Liberdade. De expressão, de atuação. Liberdade para viver sem ter um destino “fadado”, como ser aquela que vai ficar em casa e cuidar dos filhos. Queremos fugir do estereótipo de Amélia e sermos vistas como indivíduos dotados de vontades e sonhos.

1 – Não importa quantos manuais serão feitos para se entender as mulheres, eles nunca vão conseguir abranger todas as diferentes personalidades que existem nas várias ou numa só mulher. A verdade é que somos sim um gênero complexo, que vive em dilemas. Mas talvez grande parte disso só seja por que nossa educação é conflituosa e a época em que estamos vivendo, de quebra de laços e identidades, esteja sendo sentida cotidianamente. O que você realmente precisa saber é: trate-nos com respeito, como se deve tratar qualquer pessoa independente do gênero ou opção sexual.

Mais uma lista de 10 razões aqui no blog, mas dessa vez essa é uma resposta a 96ª edição opinativa do Bloínquês.